quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Idiomas
Por vezes temos que falar a lingua dos outros. Mas pq é que eles não falam a minha? Eles é que são os correctos?
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Frases, apenas! Parte I - O começo
Passion inside since 1993:
Choose you're future... choose life
Observa o Burton que há em ti!
Para os meus putos que fazem da rua um universo...
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
"Tom ero . . . ."
"
Bruna Gomes
Patrícia Schurmann
15:24h 13 Jan 2011
lugares centrais da fila do meio
A18
Escola Secundário Francisco Rodrigues Lobo
Rua Afonso Lopes Vieira 24(…) Leiria
Beira Litoral, Região Litoral Centro
Portugal
Península Ibérica
Europa Ocidental
Planeta Terra
Mundo
Sistema solar
Via láctea
UNIVERSO"
Em suma, este texto tem as suas devidas aspas!
Bruna GomesPatrícia Schurmann
15:24h 13 Jan 2011
lugares centrais da fila do meio
A18
Escola Secundário Francisco Rodrigues Lobo
Rua Afonso Lopes Vieira 24(…) Leiria
Beira Litoral, Região Litoral Centro
Portugal
Península Ibérica
Europa Ocidental
Planeta Terra
Mundo
Sistema solar
Via láctea
UNIVERSO"
Em suma, este texto tem as suas devidas aspas!
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
“Uma recordação… outra sensação!”
Faz hoje dois anos, dois anos que mudaram a minha vida, poderia ter sido completamente diferente mas não, este foi o meu rumo e no fundo as minhas escolhas, recordo o passado e prefiro nem pensar como teria sido se fosse de outra forma pois, na minha opinião esse tema dos “se” vai me levar a outros pontos, outro texto talvez, quem sabe. De momento, encontro-me junto á lareira apagada, apreciando o lume imaginário que percorre a minha mente, com um cigarro aceso na mão dou-me de caras com as inúmeras luzes vindas da árvore de Natal e lembro-me que seria hoje o dia de a desfazer afinal, é dia seis é dia de Reis. Faz hoje dois anos… quem me conhece sabe, quem desconhece desconfia, mas já todos devem ter percebido que desfazer o lendário pinheiro de Natal é algo que não tenciono fazer na data até porque, faz hoje dois anos e ano após ano festejo, consciente ou inconscientemente, mas festejo e fico ainda mais emocionada por isto me levar a apreciar durante mais um dia as cores reconfortantes da árvore de Natal! É que afinal, eu adoro esta época: adoro o Natal, adoro o Pai Natal, a rena Rodolfo e o duende chanfrado, mas o que sempre admirei foi a história dos Reis Magos e hoje, graças a eles, posso gritar ao mundo: é dia seis é dia de Reis, o dia que mudou a minha vida. Em suma, cada um faz as suas escolhas, cada um diz “sim” ou “não” ás várias opções que se atravessam na vida, mas no meu caso, eu já fiz a minha grande escolha que me leva a ser quem sou… é que afinal hoje é dia seis… hoje é dia de Reis!
“Fuck para o negativismo”
Mas não! Neste momento, a única situação que me desejam é uma que contem chuva… imensa chuva, um autocarro cheio de gente, chuva… imensa chuva no exterior – o mundo real, um motorista chateado, gente desconfiada e desconhecida, o corpo agarrado a uma poça de água que o persegue… há umas horas atrás ter-lhe-ia chamado “roupa” mas de momento só me vem á cabeça: chuva… imensa chuva, um rapaz a rir, uma rapariga histérica, ambos os sons proveniente do fundo (obscuro) do autocarro, de repente tudo pára porque (aquilo que me resta de sanidade neste quadro tão frio) presta atenção ao tão tão irritante som que o autocarro faz quando alguém (talvez o rapaz risonho ou a rapariga histérica) tocam num chamativo botão vermelho tatuado com letras garrafais “stop”, aqui o mundo pára, olho lá para fora: chuva… imensa chuva – o mundo real, lentamente começo a ouvir os ruídos estranhos do autocarro, olho para o motorista chateado e olho para o seu lado onde se encontram uma criança e uma mulher junto ao tal botão “stop” e afinal não era nem o rapaz risonho, nem a rapariga histérica, olho para trás e lá estavam eles, mas foi apenas a minha esperança a falar mais alto, paro para pensar: o meu problema é o ruído irritante (proveniente do botão vermelho que acciona um placar que pisca e que contem as mesmas tatuagens garrafais) é accionado por uma alminha qualquer em cada 100 ou 200 metros, de seguida reparo na janela, observo, escuto e relembro: chuva… imensa chuva, sim é o mundo real (que ironia)… Estou exausta, afinal toda esta viagem durou apenas vinte minutos da minha vida mas eu vivi-a como se ela tivesse durado 17 horas do meu mundo! Este, meu caro, é o meu “em suma” de hoje.
“Os primórdios desta existência”
Estar á noite na praia, de parte de cima do biquíni, calças largas, o cabelo ainda molhado da água salgada a passear pelas costas, descalça, a sentir a areia fresca nos pés, a fumar… umas flores, a ouvir cada pequena musica vinda do oceano, a sentir cada pequena força proveniente dos batimentos cardíacos e por fim sentir nas mãos o calor do fogo vindo de uma simples acendalha… é a melhor sensação da minha vida. Em suma, neste preciso momento, ter esta vivencia tão maravilhosa proveniente do ambiente de praia é o maior sonho da minha vida!
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